Emergência em São Vicente
Vaso cheio, esgoto no ralo, cheiro que não sai — a linha cobre São Vicente 24 horas, do Centro ao Samaritá. Ilha ou continente, o parceiro sai com a carga do perfil relatado. A inspeção no ponto não vira fatura se o serviço não for contratado.
Enquanto o técnico não chega
- ✓ Vaso transbordando: pare a descarga. Cada novo acionamento só empurra mais volume para um trecho que já não desce e espalha o material no piso.
- ✓ Se houver vazamento à vista, feche o registro geral primeiro. Em sobrado do Centro o registro costuma estar no recuo da frente ou no abrigo do hidrômetro.
- ✓ Em prédio, um ponto parado na coluna pede que os outros andares parem também. Pia, box e máquina de cima alimentam a mesma prumada e pioram o retorno no térreo.
- ✓ Água que volta pelo ralo só na maré cheia, junto ao Canal do Mar Pequeno, pode ser a rede represada — não tampão no ramal. Anote a hora da maré; isso muda a leitura no endereço.
- ✓ Não misture químicos de desentupimento. A mistura solta vapor agressivo em banheiro fechado e corrói tubo e vedante.
O que já vai carregado no veículo
Na van vão câmera que grava o trecho, hidrojato portátil, rodo-rotativa para coluna de prédio da ilha, mola de 15 m e EPI. Em São Vicente a sucção sobe junto quando o relato é fossa no continente ou caixa de gordura de orla, e o bico de baixo impacto entra quando o tubo é de orla, já afinado pela maresia. Palafita ou margem do canal: a triagem avisa acesso estreito e o estágio da maré antes de sair.
Sinais de emergência real em São Vicente
Há chamado que espera o dia seguinte e há quadro que não espera: palafita com esgoto no piso na maré cheia do Canal do Mar Pequeno, vários andares do Itararé devolvendo ao mesmo tempo, quiosque no Gonzaguinha com caixa transbordando no almoço de domingo, fossa vazando em rua do Samaritá ainda sem rede. Nesses, cada hora a mais espalha material em piso e móvel — a limpeza depois sai mais cara que a desobstrução.