Quando o ponto já não escoa
Em imóvel de São Vicente — sobrado do Centro, prédio de orla ou casa no continente — estes sinais costumam aparecer antes de o escoamento parar de vez:
- Descarga que gira e não baixa o nível da água
- Nível da bacia mais alto que o habitual depois de usar
- Gorgolejo no ralo do box quando o vaso é acionado
- Papel que não desaparece após duas ou três descargas
- Retorno de água suja pela borda da louça
Do chamado à liberação do ramal
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Diagnóstico pela louça
O parceiro testa se a obstrução está na curva do vaso ou à frente, no ramal e na prumada. Essa distinção evita desmontar peça que não é o problema.
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Mola específica para vaso
Mola de bitola e flexibilidade adequadas à curva da louça desloca papel e objeto pequeno sem arranhar o esmalte. A maior parte dos casos residenciais termina nesta etapa.
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Câmera quando a mola não resolve
Se a curva está livre e o fluxo não volta, a câmera entra pelo ramal ou pela caixa da prumada — protocolo de prédio na ilha e de imóvel junto ao canal.
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Teste de descarga e relatório
Várias descargas seguidas comprovam a vazão. O relatório registra se a causa era a louça, o ramal ou a coluna coletiva. O prestador parceiro emite a NF-e.
O que piora enquanto o veículo não chegou
O desentupidor de borracha em vaso já cheio até a borda espalha o conteúdo pelo piso e quase nunca desloca objeto sólido na curva. Arame e cabide riscam o esmalte da louça e criam rugosidade que puxa papel no próximo uso. Soda cáustica dentro da bacia ataca a vedação da saída e pode fissurar louça antiga. No prédio, insistir na descarga do andar de cima enquanto o térreo transborda alimenta a mesma coluna e piora o retorno de todo mundo.
Caso típico nesta cidade
Apartamento no terceiro andar de prédio no Gonzaguinha: vaso transbordando só no fim de tarde, os andares de cima sem queixa. A mola pela louça não encontrou sólido. A câmera pela caixa da base mostrou papel e gordura reduzindo a seção da prumada justamente no trecho que atende os pavimentos baixos. Uma passagem de hidrojato na coluna devolveu a vazão; o vaso do apartamento, isoladamente, nunca esteve obstruído. Sem a câmera, o próximo passo teria sido desmontar a louça à toa.
"No Gonzaguinha eu recuso desmontar vaso de térreo antes de filmar a prumada. O morador jura que a louça é o problema; a câmera mostra papel compactado três andares acima, na curva da coluna. Quebrar piso daquele banheiro seria erro meu, não do cliente."
— Carlos Eduardo Ramos, Responsável Técnico
Duração no endereço e como o preço sai
Obstrução na curva da louça tem complexidade menor do que prumada coletiva ou ramal rompido. A avaliação no local não gera cobrança; o valor sai por escrito antes de qualquer desmonte.
A maioria dos casos residenciais na curva da louça se resolve em 20 a 45 minutos de execução. Quando a causa está na prumada do prédio, a janela sobe para 2 a 4 horas.
Variações de vaso: o que muda no diagnóstico
A obstrução não é uma só. Equipamento, duração e ordem de grandeza mudam conforme o quadro encontrado na ilha, no continente ou na margem do canal.
| Tipo | Causa típica | Equipamento | Tempo | Faixa de preço |
|---|---|---|---|---|
| Obstrução na curva da louça | Objeto sólido ou papel compactado | Mola específica para vaso | 20-45min | $ (menor porte) |
| Prumada coletiva na ilha | Seção reduzida na coluna do prédio | Câmera + hidrojato na base | 2-4h | $$$ (porte maior) |
| Ramal raso junto ao canal | Represamento de maré ou bloqueio à frente | Câmera + mola ou hidrojato de ramal | 45-90min | $$ (porte médio) |
Em quais bairros isso aparece em São Vicente
Da Ponte Pênsil ao Samaritá, cada bairro tem URL própria: